Agora ao chegar e ser nomeado como Akira, minha história recebe seu come?o, enquanto eu era ninado pela minha avó, podia ouvir meus pais discutindo calmamente, meu pai desejava que eu fosse um espadachim, e minha m?e, que se recuperava do parto, queria que eu apenas fosse um cidad?o comum, mesmo eu tendo acabado de nascer.
—Ele precisa seguir o caminho da espada!
meu pai ficou um pouco irritado
—N?o quero que meu filho entre em batalhas!
Minha m?e, junto com meu pai se exaltava, mas meu av?, que ouvia tudo, sugeriu que seria melhor aguardar até eu ter idade suficiente para decidir, já que era o mais sábios a se fazer pra um recém-nascido. Com a sugest?o do meu av? a discuss?o terminou ali pacificamente.
Os dias se passavam tranquilos enquanto minha m?e se recuperava, meu av? me levava os c?modos da casa para me distrair —Aqui é onde eu medito— dizia ele enquanto me mostrava uma sala vazia com apenas um futon no centro, no fim da sala havia uma porta aberta pro quintal com um pequeno lago, o local transmitia paz pra ele
Ah aqui est?o vocês!
Falava minha vó entrando na sala e me pegando dos bra?os do meu velho, disse que me guiaria pra cozinha pra me ensinar a fazer o almo?o, cara eu acabei de nascer!
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—Vamos, meu lindo— ela anunciou enquanto me levava em dire??o aonde ela preparava a refei??o da família, o local tinha um fogo a lenha, com materiais bem cuidados, minha avó me segurava enquanto mexia no fogo, uma decis?o bem imprudente para quem está com um bebê.
Ela manuseava os talheres com habilidade surpreendente para quem viveu no campo de batalha, suas m?os tinham leves calos e cicatrizes nas pontas dos dedos, enquanto eu carregava em seu colo e preparava o almo?o, acabou derrubando uma panela quente, mas antes que a caísse, a pegou com as m?os nuas, e por imprudência, queimando a m?o. Mesmo com as queimaduras, n?o possuía nenhuma express?o de dor
Isso n?o é nada!
enquanto sorria pra mim, ela ignorava a dor, a for?a da minha vó era surpreendente, até para um recém-nascido como eu.
—Ei M?e, o que faz com meu guerreiro?
disse meu pai observando a cena de média distancia e com um leve semblante irritado —Estou ensinando meu neto a como preparar o melhor almo?o— disse, enquanto fui tomado por ele, fui arrastado para fora da cozinha enquanto dizia o qu?o irresponsável era minha avó por levar um bebê pra perto do forno.
—Sua vó as vezes exagera
Reclamava, me carregava pela varanda, ele me contava teorias básicas de espada com o maior animo de um samurai. Fui carregado até um campo de treinamento aberto caminhando por algumas espadas, com diferentes tamanhos e formatos —Essa é minha favorita— disse apontando a uma katana tradicional com a bainha e a empunhadura que lembravam a noite estrelada de t?o escura e com os detalhes em brancos, quando desembainhada parecia a lua daquele céu escuro e t?o belo...
Passei o dia nos bra?os dele enquanto o mesmo me contava suas histórias de guerreiro do império até a chegada da noite.
Quando o sol caiu, fui levado por ele até o quarto onde minha m?e descansava, meu pai transmitia uma energia animada e forte. Mas quando entrei no c?modo, sou deixado nos bra?os da minha m?e. O ambiente muda, por completo —Como passou o dia, meu querido Akira?— ah que voz, a voz t?o segura e t?o suave que me trouxe conforto, um conforto e um clima totalmente diferente de todos os meus familiares, eu era acariciado pelos dedos finos e delicados da minha querida m?e, ela fazia leves ruídos com a boca e sorria pra mim. Aquele momento era indescritível pra quem n?o vivenciou aquilo. Obrigado, sorte, por mim apresentar com tal família.

